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“GÊNIAS” FERNANDA E CRIS


Quem me conhece sabe do amor e carinho que tenho por Cris e Fernanda da Oficina de Estilo. A troca, os diálogos, o respeito que temos reciprocamente fazem me sentir confortável no mundo da moda. Me sinto muito seguro de tê-las como amigas. Elas me instigam a pensar, a refletir e a viver para além da moda. E eu precisava manifestar isso publicamente. Amo vocês!

Tomo a liberdade de reproduzir dois textos que são muito fundamentais pra entender um pouco a alma de cada uma delas. Fernanda escreveu esse texto, “Sobre Prioridades”, que é uma excelente reflexão para termos sempre em relação a moda:

Importante é ter pai e mãe com saúde. Importante é ter avô e avó vivos. Importante é se dar bem com irmãos, ter um grupo bom de amigos, ter em quem confiar até de olho fechado. Importante é estar com as contas em dia e poder planejar a vida. Importante é sentir frio na barriga e olho brilhando por alguém em especial. Importante é amar tudo e todo mundo de coração aberto, saber enxergar as coisas boas da vida, sentir gratidão. Moda é muito legal, mas não é tão importante. O mundo da moda também pode ser muuuuito legal, mas é menos importante ainda. O que se veste não é tão importante, em que fila se senta não é tão importante, em que veículo se escreve não é tão importante. É só trabalho. E é muito fácil se deixar envolver e confundir esses valores, especialmente num trabalho como o dessa semana. Que a semana de moda é o máximo, mas não é tão importante quanto ser educado, quanto sentir e demonstrar respeito, quanto ser gentil ou ter carinho/cuidado com que tá em volta. É só tra-ba-lho. E tem tanta coisa mais importante merecendo mais atenção e dedicação de energia, não?

E aqui um texto da Cris, chamado “Na Intimidade” com conexões muitos interessantes dignas de um ensaísta:

Quando a gente procura no dicionário o significado de “íntimo” os resultados são: muito de dentro, profundo; da alma, do coração; doméstico, familiar; vestido diretamente sobre a pele, sob outra roupa: roupa íntima. Ou seja nem o Aurélio consegue desligar a intimidade da roupa que a gente veste!!!
Acontece que estamos vivendo um momento de muita intimidade com as outras pessoas! Por conta de blogs pessoais, reality shows e twitters da vida virou normal a gente saber quando alguém está passeando com o cahorro, ver alguém tomar banho, saber o que esse alguém pensa sobre a manchete do jornal do dia. Embora a gente cada vez se relacione menos com as pessoas no “plano material” – embora a gente sinta que está acontecendo um contra-movimento – a gente está cada vez mais íntimo no “plano digital”. Não é!?!
E se moda é refelexo de comportamento, é materialização de como a gente está pensando/sentindo/agindo num determinado momento, não tem como não percebermos a “intimização” das roupas!!! É quando a roupa íntima se revela, o que deveria estar por baixo escapa ou acaba “vindo pra cima”… Foi Miuccia Prada (quem mais?) que na sua coleção primavera/verão 2009 fez as mulheres repensarem o uso do sutiã: em alguns looks virou top por baixo de casaquinhos, em outros virou a estrutura de uma blusa, em outros eram a blusa em si!!! Foi ela também quem ressucitou a renda, lembra!?!
Renda tem esse aspecto lingerie, tem a transparência que revela o que deveria estar coberto. Por isso é sexy, por isso é intimista. Mesmo essa vontade que a gente tem tido de usar meia-calça decorada, texturizada, tem um clima meio “boudoir”. E a cinta liga aparecer no defile primavera/verão 2009 da Triton e no desfile da Dior de alta costura (depois, hein!?!) não é coincidência, né, gente!?! É um mood!!!
Nem precisa pensar só em desfiles… a Raia de Goeye vende os sutiãs que vão aparecer por baixo dos seus tops decotados, a Isabela Capeto tem nessa coleção uma camiseta que já vem com o sutiã-que-aparece preso nela (uma graça!!!) e a Les Lis Blanc sugere que a rendinha da underwear apareça no decote da regatinha básica e do coletinho jeans.
Essa da alcinha do sutiã ficar de fora é só uma das ideias que a gente pode ter quando pensa em lingerie como roupa. Camisetas em algodão bem fininho, quase transparentes ou regatas podrinhas podem ser sobrepostas a sutiãs coloridos e estampados – é lógico que não dá certo pra guarda-roupa profissional, mas fica uma graça na hora de relaxar no fim de semana ou na hora dese divertir na balada. Pedacinhos de renda também são super femininos e entram bem no clima. Sabe o que pode ficar beeeeeeem lindo? No lugar da camisa xadrez aparecer na barra da saia e do vestido, pode ser uma combinação com acabamento em rendinha. Que tal?

A ELEGÂNCIA

Como a mítica Eldorado, o tesouro escondido das amazonas, a definição de elegância é uma relíquia perseguida e almejada por muitos fashionistas. A Cris da Oficina de Estilo escreveu um texto que me fez pensar muito sobre o assunto. aliás sua premissa é toda a razão desse texto. Ela começa dizendo: “Ô palavrinha difícil de definir, né!?! Fica muito mais fácil citar pessoas elegantes, exemplificar com imagens, descrever um ícone. E o mais difícil é explicar a ideia de que elegância não depende só da roupa que se usa, mas está mais relacionado a atitude!!!”.
Em recente entrevista que fiz com o estilista Alessandro Sartori da Z Zegna, ele diz que a linha entre ser ou não ser elegante é quase imperceptível e está no sujeito saber atravessar essa fronteirae que para isso é preciso auto-conhecimento.
Já a Vivi Whitman, no blog Última Moda, escrevendo sobre estilo também pede atenção para o realmente importa: a elegância. Ela escreveu sugerindo: “que tal começar substituindo o estilo pela elegância? Ai, que saudades da elegância. Ela, para começar, não se compra. Depende do gesto, do pensamento”.
Percebemos que existe uma ação do sujeito (atravessar a fronteira da elegância), e muito dessa ação poderia ser de cunho “espiritual” pois dependia mais do impalpável (gesto e pensamento) do que de algo material (a compra). Mas ainda parece que a ideia de elegância não se fecha.
A primeira resolução foi correr ao dicionário. Lá encontrei:

Elegância [vem do latim elegantia] S.f. 1 . Distinção e porte, de maneiras; donaire. 2. Graça, encanto, garbo. 3. Gosto; bom gosto. 4. Gentileza, finura, amabilidade. 5. Delicadeza de expressão; cortesia. 6. Apuro, correção, graça. 7. Proporção adequada entre os elementos de uma composição artística; harmonia.

Essas definições parecem não ajudar muito, então fui mais fundo na raiz do problema, no Dicionário de Latim encontra-se as seguintes definições:

Elegantia ou elegantae quer dizer s.f 1) Escolha, bom gosto, elegância, distinção. 2) Correção, clareza.
Seu advérbio êlegânter quer dizer: Com escolha, com bom gosto, com distinção.
E o adjetivo êlêgans, êlêgantis se refere a 1) Que sabe escolher, de bom gosto, distinto 2. Seleto, bem escolhido, fora do comum, elegante, esmerado, apurado 3) Castigado, correto, puro (tratando-se do estilo).

A palavra chave é escolha. A elegância consegue-se com a ação do sujeito de fazer escolhas com clareza e correção para si. Para isso é preciso distinção, ser distinto dos outros, ser indivíduo, portanto longe do senso e do lugar comum.
As dúvidas na escolha, em sentido amplo, significa fraqueza de elegância, pois se você se conhece você sabe o que escolher. Essa também é a fronteira da distorção do auto-conhecimento para o que Regina Guerreiro chama de “auto-ajuda fashion” e sua regras para o que é certo ou errado na moda. “Sou contra qualquer corrente que dita o que você deve usar com quê. Para mim não existe regra, não existe certo ou errado, nem na moda nem na vida. Gostoso é a emoção de experimentar. É melhor errar catastroficamente do que nem tentar”, diz a grande editora de moda no Caderno Ela.
A elegância, talvez a alma da moda, deve pairar acima de um certo e errado generalizado e sim ser parte do pensamento do que é certo ou errado para cada um. Individualidade, daí nasce a elegância.

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Dois ícones da moda em seus respectivos tempos, a Rainha Vitória da Inglaterra e Audrey Hepburn adotaram o preto. A confusão reside em acreditar que a cor preta é sinal de elegância. Elegante foi como elas escolheram a cor para representar os seus sentimentos, a sua alma. Uma para mostrar o luto fechado e a tristeza da morte de seu grande amor [por mais que versões invalidem essa ideia de que o príncipe Alberto de Saxe-Coburgo-Gota foi seu grande amor, foi a imagem que ficou no imaginário] e a outra para mostrar a rebeldia de um novo tempo que surgia no final da década de 50. A elegância está na escolha que você se faz.
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A MODA NA TV

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É impressionante a quantidade de programas de moda que surgiram nos últimos tempos na televisão brasileira, ou melhor no último ano, tanto nos canais abertos como nos fechados. Se pensarmos que antes só tinha o GNT Fashion e um quadro no Jornal Hoje de sábado, é de se admirar a quantidade de novos quadros com dicas de estilo, programas que prometem através da modae beleza rejuvenescer a pessoa ou os famosos programas de estilo antes e depois que a pessoa é abençoada por personal stylists e se transforma a olhos vistos pras câmeras. Tudo bem que a maioria é cópia de programas gringos – não é só a moda brazuca que copia não! -, principalmente aquele das duas inglesas que jogam as roupas das pessoas no lixo e dão uma grana pra ela gastar em roupa já totalmente catequizada pelo manual do bem vestir, o “Esquadrão da Moda”.
Podemos num primeiro momento saudar que finalmente as informações de moda estão sendo democratizadas pela televisão, e que um maior número de pessoas vão poder tomar consciência da arte de vestir, fantasiar, transfigurar, criar uma imagem, tomar consciência do seu corpo e de sua individualidade. A vontade do público de obter essa informação é grande tanto que a audiência desses programas compravam a carência.
Mas ao invés abrir novas perspectivas que o conhecimento de moda pode gerar, esses programas se fecham em dogmas bisonhos do que pode e do que não pode, como regras fixas e imutáveis.
“Preto emagrece”, “listras engordam”, opa pera lá, nem todo preto emagrece, nem toda listra engorda. E se você é gordo e se sente bem com listras, não pode usar, mesmo sentindo que as listras fazem parte de sua identidade?
Outro dia estava passando um episódio do “Esquadrão da Moda” americano e tinha um cara que amava cores fortes e estampas absurdas, dessas de abravanar quarteirão. O que o casal de apresentadores fez? Pulverizou esse gosto dele, o acinzentaram, fizeram ele perder a confiança em seu estilo, não investiram dentro daquilo que o caracterizava, isso é um deserviço. E o mesmo ocorre nos programas feitos no Brasil, eles chegam a ser mais constrangedores. Tem um quadro na Record que chama “A Verdadeira Idade” que pega pessoas super carentes pra fazer uma transformação e o quadro sempre encerra com a apresentadora dogmatizando: “O importante é ser fa…” e a pessoa responde: “..shion!”. Bom, eu acho que isso não pode ahahahah.
É importante conhecer as regras, saber do que elas tratam, mas também saber que não existe pode e não pode definitivo na moda, tudo é cíclico, tudo é maleável e muda de pessoa pra pessoa. E esses programas “ensinam” exatamente o contrário.
É muito mortificante ser essa visão de moda, como ditadura, que a televisão está veiculando e seu apelo é tão grande que até programas como o “GNT Fashion” sofre mudanças. Eu vi a chamada do “GNT Fashion” com a Lilian Pacce falando que nem sempre estar de salto alto é estar elegante e não anunciando uma entrevista com alguém mega importante do mundo da moda ou um desfile impecável.
O próprio canal investiu em um programa desse porte, o “Tamanho Único”, que tem algo interessante que é contar um pouco, de forma bem resumida a história da peça em questão ou do estilo, mas segue o mesmo beabá que conto acima tirando um pequeno detalhe que faz toda a diferença. Em geral, os programas mostram um antes e depois como se fosse um passo de mágica. Chiara Gadaleta Klajmic, uma das apresentadoras que faz a transformação na personagem, se permite errar, testar, trocar a peça que recomendou em um primeiro momento porque não ficou bom – e esse processo aparece no programa. Existe enfim o exercício de observação e construção como um work progress que é fundamental no trabalho de um personal stylist e que nunca aparece nesses programas e que seria um passo pra entender que pode errar sim, que faz bem quebrar regras e convenções em nome da sua individualidade, que nada é tão categórico assim. Sobre isso, as meninas do Oficina, que exercem também a profissão, fizeram um texto primordial e com ele que encerro esse post: Ninguém tem que ter medo de experimentar!
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PS: Essa imposição do pode e do não pode como verdades absolutas também está presente nos reality shows de moda que esqueci de citar.

BALANÇO SPFW VERÃO 2010 – PARTE 1

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Fui convidado pelas fofas das meninas do Oficina de Estilo para comentar os desfiles do último dia do SPFW no blogue delas. Como era o último dia, fiz uma certa análise do que estava pensando através dos desfiles.
De uma maneira muito tranquila, sem os histrionismos do verde-amarelo ou do regionalismo de algum lifestyle [o carioca, o pior, pois se acentou na cabeça de muitos fashionistas como uma verdade], a moda feita no Brasil passou a refletir de maneira mais clara que é feita no Brasil de forma afirmativa (talvez isso é o que de mais brasileiro a moda feita no nosso país possa alcançar, aliás, todas as expressões sejam elas artísticas ou não).
Tudo bem, a moda sempre refletiu o nosso país, mas até então, sempre na chave negativa e indireta, só víamos a questão da cópia, da vergonha, do colonialismo. Senti nessa temporada que eles encararam de frente a tal da brasilidade de forma mais orgânica, sem bandeiras nacionalistas e sem obviedades, com resultados que estavam na criação de algumas roupas e looks ou mesmo imagens.
Para mim foi uma temporada importantíssima, pois nada de novo aconteceu no front, como a maioria das temporadas, mas de maneira silenciosa, o Brasil começou a se refletir no pensar das roupas e no pensamento de moda dos nossos criadores e pra mim a ráfia (fibras de uma palmeira usada na confecção de sacas de frutas e produtos) é um dos símbolos dessa acontecimento maravilhoso, que assim como tudo no nosso país [a história, a política, a vida social] aconteceu sem revoluções e grandes queimas de fogos de artifício.

A ÁRCADE DA PRADA

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Os valores greco-romanos acabaram se tornando a síntese do que levou o nome de Humanismo e volta e meia ao longo da História preenchem o vazio do imaginário dos Homens. Se pensarmos no Renascimento e no mais explícito Arcadismo temos quase que um ato geracional de uma época que para progredir teve que fixar o olhar no passado. Sem falar que um dos valores ligados ao resgate da Grécia pelo Ocidente, o fugere urbem (fuga da cidade), pode ser sentido em exemplos díspares como na poesia de Virgílio ou de Alberto Caeiro, no ciclo do cangaço do cinema brasileiro, na música de Milton Nascimento e mesmo no último desfile da Prada para o inverno 2009. Todos esses artistas – sem exceção e sem os qualificarmos esteticamente – reforçam o arquétipo que recusa o que está acontecendo nas cidades – leia-se, nos dias que vivem ou viveram e portanto no pensamento – para tentar resgatar os valores primeiros, primordiais que para eles estariam no campo.
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Na Prada, o material para esse retorno aos valores greco-romanos perdidos estão em primeiro foco na matéria usada pela marca para as suas criações. A eleição do couro e da lã como base da coleção nos remete imediatamente aos pastores, símbolo emblemático da Grécia Antiga e que no Arcadismo, por exemplo, fez com que muitos poetas assinassem suas criações com pseudônimos pastoris (fingimento poético para não revelar a verdadeira identidade do escritor). Eram os pastores responsáveis pela lã, o tecido essencial dos gregos no inverno assim como o linho era a base da vestimenta no verão. Já o couro era usado nas tiras dos calçados e também nas roupas de guerra, e de montaria, outra idéia ligada ao campo. Tinha algo ali de campo de guerra, de militarismo também. Enfim, a Prada mixando escapismo e realidade.
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Talvez aí , no campo de guerra, esteja a chave para imagem de mulheres velhas, cansadas, as tais mulheres de Atenas que esperam seus maridos que foram à guerra. A realidade é guerra e é também por isso aparece na Prada uma silhueta que em alguns momentos nos remete aos anos 40, anos que sofreram com o crack da Bolsa de 1929 e pela Segunda Guerra Mundial. Não à toa a imagem de ringue ou a arena no final com as modelos todas paradas em tableau-vivant, pois afinal a Prada faz roupas para mulheres protagonistas, isto é, nesse caso, guerreiras!
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PS: Escrevi esse texto muito pensando em Cris Gabrielli da Oficina de Estilo e Estelinha sua filha que acabou de nascer.

OFICINA DE ESTILO NO ALEXANDRE HERCHCOVITCH

Recebi esse e-mail da Fernanda Resende e ela escreve de uma maneira tão pessoal que prefiro deixar na íntegra:
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Amigos óoótemos dessa Oficina!

O Alexandre Herchcovitch nos convidou pra apresentar a coleção de inverno para convidados queridos
– como a Cris está em licença maternidade, eu preciso de apoio moral e rostinhos amigos lá comigo!
Vai ser uma tarde de conversinhas e passeios pelos provadores, pra gente ver juntos como o tema do desfile aparece desdobrado (lindamente) nas peças da loja: tipo “decifrando e personalizando Alexandre Herchcovitch”!
É na sexta-feira dia 27/03, das 15h até um pouquinho depois das 19h. E vai ter mimos pra quem passar, descontitos pra quem quiser comprar e o Alexandre em si fazendo presença! Na Haddock Lobo 1151, entre a Franca e a Tietê.
Vamos vamos vaaaaamos todos?!?? Chamem os amigos pra aparecerem também?!?? Espero cada um de vocês, com o coração cheio de sorrisos! 😉
Beijoca,

Só um adendo nada ou tudo a ver com tudo isso, Jana me lembrou que hoje é dia 25 de março, a verdadeira rua da moda em São Paulo.

CIGANISMO ENTRE AMIGOS

Desculpe, mas eu tenho amigos e amigos bons no mundo da moda, pra derrubar mais uma lenda fashion.
Enfim, eu tenho amigos
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A Fernanda eu conheci na Namídia em uns debates sobre moda contemporânea que a Mercedes Tristão promovia e foi amor à primeira vista. E o Jorge a gente fez junto o primeiro Filme Fashion com a Alexandra Farah, lembra?
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Simone deu a dica no seu blog. Enfim, como ficar bem à vontade e com estilo numa tarde de sol em SP: só o ciganismo salva. Sua barriga está estilosa mamãe Cris. Fred, vc é o meu mais novo querido amigo!
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Acendendo a fogueira mística!
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Denise Dahdah pronta pra se entregar ao ciganismo amigo!

Muito ritual cigano aqui, aqui e aqui!
Obrigado Janessa, todos os ciganos te amam!