O “LIFESTYLE CARIOCA”

Bem, eu nem escrevi o texto e ele já virou discussão pelo simples fato de eu mencionar no post anterior que o “chamado ‘lifestyle carioca’ era […] um grande equívoco conceitual e ideológico”. O bairrismo gritou alto, mas ele só comprova a força do que digo. Essa tal de lifestyle carioca é uma idéia tosca e pequena.
Sim, sou paulistano e isso pode ser a desculpa para que tudo acabe em mais uma disputa cidade contra cidade. Mas esse texto é exatamente à favor do Rio de Janeiro em certo sentido. Não podemos nos esquecer que até os anos 70, a cidade era o centro da moda e do estilo no país. Lembro de muitos verões viajar com meus pais para passar férias na cidade, na casa de minha tia, e aproveitarmos para fazermos compras. Não porque as roupas eram mais baratas, mas porque tinham mais informações de moda, eram mais “bacanas” como meus próprios pais costumavam dizer. Isso tudo mudou a partir dos anos 80, mas isso é outra história, apesar de fazer parte dessa que estou descrevendo…
É muito engraçado as duas semanas de moda na cidade: o Fashion Rio e o Rio Summer tocarem sempre na tecla do “DNA carioca”. Isso é, semanas de moda nacionais que exaltam o modo de vida do Rio.
Alcino Leite escreveu na época da primeira edição do Rio Summer em seu blog em um post chamado “Ajuste Contemporâneo”:
Entre os anos de 1940 e 1970, para ficar neste século, o Rio de Janeiro viveu um apogeu cultural, agremiando os principais talentos do país na música, na literatura, no teatro e em outras artes _bem como os principais símbolos da elegância nacional. Neste período, ali se determinava o estilo brasileiro de vida.
Por isso, é natural que imagens nostálgicas e retrôs tenham pontuado os desfiles do Rio Summer, como na grife Adriana Degreas (que estampou o rosto de Carmen Mayring Veiga e paisagens cariocas antigas em um tecido de tom amarelo-velho) ou na grife Cris Barros (que exibiu no telão um filme em preto-e-branco com cenas do Rio no final da década de 50 ou dos anos 60).
Bem, já que esta época acabou, valeria, no próximo Rio Summer, se debruçar sobre a riqueza sociocultural contemporânea da Cidade Maravilhosa e as suas novas imagens fashion, já exploradas inclusive por várias revistas brasileiras e estrangeiras: a energia do funk; a Copacabana trash, com seu universo de putas, michês e travestis; e o kitsch da Barra da Tijuca _para citar os mais óbvios.

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Enfim, os funkeiros da Blue Man
Lembrando agora de cabeça, além das muitas tentativas da Complexo B, acho que só a Blue Man fez um desfile realmente importante incorporando esse universo mais contemporâneo, a coleção primavera/verão 2004 feita com os funkeiros cariocas. Enfim, o contemporâneo no Rio não parece nobre ou tão fashion assim aos olhos dos criadores de moda local. De resto, é sempre a mesma ladainha da bossa-nova, da Ipanema e Copacabana de tempos míticos, uma chatice enfim… Algo parado no tempo!
Só precisa afirmar sua identidade quem tem problemas com ela, quem não tem certeza que a decadência que vive passou por alguma civilização, ou a incipidez resultará em algo diferente no futuro.
O Rio, ao precisar ficar se autoafirmando que tem um modo de vida [em sua parte congelado no passado], não olha pra frente, nem para os lados. Não pensa grande, fica ensimesmado em uma idéia de moda canhestra. O que é regional ou o que é brasileiro aparece de alguma forma, sem precisar necessariamente levantar uma bandeira ou apontar para esse detalhe como uma qualidade em si. Existe algo mais regional do que Alexandre Herchcovitch fazer uma coleção sobre o Zé do Caixão [pensando que os dois são paulistanos] ou mais brasileira que sua coleção sobre os bóias frias, mas isso nunca se tornou um valor em si, isso faz parte da construção de algo maior.
O que é tacanho na idéia de lifestyle carioca é que ele ganha um valor em si, quando é só um detalhe. Não há valor nenhum apenas pelo fato de você ser carioca, ou paulista, ou mineiro, ou brasileiro, isso é mitificação e mistificação e o Rio só tem a perder se congelando nesse estigma.
rio-de-janeiro
De costas para o mundo, de frente para um passado congelado

45 Respostas para “O “LIFESTYLE CARIOCA”

  1. Amo as duas cidades com suas informações,culturas diferentes. Também acredito em renovação como alternativa de um produto sem necessidade de rivalidade. E nasci em Porto Alegre, que só tem o Donna Fashion (também em Floripa), que não ouço falar muito por aqui no Sudeste. A moda brasileira tem tudo para ser exportada em qualquer ocasião. Parabéns por texto e debate!!

  2. Sou carioca com muito orgulho e muito amor e concordo em gênero, número e grau com o que você diz aqui.

    Glamour do Rio dos anos 60 já deu. Chega. Quero o a sensualidade do Funk, o charme das rodas de samba, o colorido do carnaval das ruas da cidade (único momento que os cariocas se libertam dessa prisão que é o culto ao corpo e cabelon e se divertem com a sua imagem).

    “lifestyle carioca” de ipanema é chato.
    estilinho dasluzete é chato.

    Adorei quando o Herchcovitch (ídolo!) disse numa palestra aqui no Rio que a moda dele é global, e que ele não se prende a essa “identidade brasileira”.

    Tem gente que se preocupa tanto em seguir uma ou outra identidade brasileira que se esquece do principal: CRIAR.

    #prontofalei

  3. Palmas pra vc! Post brilhante!

  4. resumiu “o mistério do samba” numa versão ‘modal’. genial como sempre.😉

  5. to gostando muito disso

  6. Antes de mais nada, parabéns pelo texto como sempre muito bem escrito.
    Concordo em parte com a percepção de que muito da decadência carioca (que existe sim, e eu sou carioca antes que alguém diga alguma coisa), tem haver com essa idéia ou forsação de barra de que é preciso exaltar os “valores” cariocas. O que é uma grande besteira evidente. Esses valores não são criados, aparecem no cotidiano, aqui e alí.
    Isso, como carioca me incomoda muito.
    De qualquer forma preciso defender algumas coisas.
    Não acho que relembrar coisas do passado da cidade seja ficar parado no passado. Muito do que se faz hoje na moda e em outras áreas culturais do nosso país tem haver com esse passado. Que não é feio, nem chato.
    Mas acho que não perceber ou admitir determinados fenômenos culturais é um problema. Não um problema carioca, mas um problema do Brasil.
    Acho ruim por exemplo quando determinados setores da sociedade não gostam de ter um ex-torneiro mecânico como presidente (estou defendendo a figura, não o político).
    Ainda bem que no Rio e São Paulo há uma grande quantidade de pessoas visão estilística. Talvez agora mais em São Paulo por ser uma cidade cosmopolita e o grande centro econômico do país (sem sapas por que é isso mesmo).
    Mas gente, vamos esquecer essa conversa porque o que importa mesmo não é se você é carioca ou paulista. O importante é ser brasileiro, não é mesmo?

  7. … foi mal… quis dizer “… sem aspas” e não “…. sem sapas”

  8. Pegou pesado em chefe…

    Mas fazer o que?
    Sempre achei que a cidade tinha parado no tempo mesmo…

    O Rio é assim… bonitinho mas ordinário…

  9. Pingback: OFICINA DE ESTILO: MODA PRA VIDA REAL » Blog Archive » felipe veloso (e mais) em blog carioca

  10. Este assunto foi proibido durante muito tempo aqui no Rio, existia um “clero” na mídia dominante que levantava ingenuamente esta bandeira como num ato de desespero a fim de tentar num último suspiro, levantar o defunto chamado moda carioca.
    Digo que toda esta ação foi ingênua pois ao invés de ampliar os horizontes , acabou por limitar e desgastar o assunto, tornando o clichê. Tratavam o Rio como se fosse o balneário de Búzios , ignoravam um mundo contemporâneo e globalizado,fechavam os olhos para outros diversos pontos de vista, indo contra sua própria falácia de que seria a cidade da diversidade e blablabla.
    Muitos estilistas talentosos que optaram por não dialogar ( com esta falta de assunto) , morreram na praia literalmente. Uma pena.
    Na roda de amigos isso até virou piada , de tanto vermos a mesma camisa da Complexo B com um ” carioca” escrito no peito , cotumávamos citar o Bernhard Willhelm que é alemão e faz uma moda mega contemporânea e de criação que se ele seguise este pensamento carioca deveria estampar uns salsichões e uns chucrutes na moda dele.
    Diversidade é falar de vários assuntos e não de um só.

  11. Sabe o que me dá no saco? cariocaspseudodesencanadasmodernaspatricinhas fantasiadas de Espaço Fashion!
    Fantasi,a sim, pq não basta comprar uma blusinha de lá, tem que se vestir com o pacote todo. Blusa molenginha com cava super baixa, micro shorts, gladiadoras , todas idênticas as vendedoras de lá!zzZzzZZzZ

  12. então, acho o erro genet que celebra com saudosismo uma época que nunca viveu, uma lifestyle que só ouviu falar…

  13. vitor, deixa pra lá…. eu li, entendo e corcordo com várias coisas coisas que vc falou (inclusive no post novo sobre o lifestyle carioca. acho que vc é que não entendeu o que eu quis dizer, mal talvez eu é que não tenha conseguido me expressar. uma coisa que vc falou sobre o rio no seu outro post foi exatamente o que eu falei nos meu comentários sobre SP (que eu acho que SP tem uma necessidade de ficar repetindo pra si mesma que é moderna, e cool, e cosmopolita e que faz parte do circuito de moda internacional. SP tem necessidade de ficar reafirmando isso o tempo todo assim como o rio fica reafirmando o seu lifestyle… basta ler qualquer revista local de SP e ver a quantidade de matérias/notas batendo nessa mesma tecle). Pelo tom das suas respostas, acho que meus comentários te aborrecetam um pouco e em todas as suas respostas vc fez questao de reforçar mais uma vez que SP é capital da moda no Brasil, mesmo depois de eu já ter falado três vezes que não discordo disso… é isso que eu tô falando, SP tb tem sua necessidade de afirmação.
    um abraço,
    Lúcia

  14. PS – como vc falou quem sabe o que é não precisa ficar repetindo toda hora

  15. bom, não sou paulista e nem carioca mas acho mesmo que o rio, apesar de super se vangloriar sobre seu passado e suas incontestáveis belezas naturais, deveria olhar mais para o caldeirão cultural que abriga há anos, bem debaixo do suvaco do cristo e canalizar isso como inspiração pra moda. cansa ver a galera criando pouco, mesmo no streetstyle, e repentindo um repertório cantado nas vitrines e sem ousadia.

  16. por favor, esse post não é uma visão bairrista, nem de disputa entre Rio e SP, acho isso muito redutor.
    é uma avaliação do estado das coisas do mundo da moda carioca visto por alguém de fora.

  17. pois é, já que é estado de coisas, deixa eu ir um cadinho mais pra longe…
    Acho que cabe aqui um incomodo meu sobre o pessoal que sempre pára pra criticar o cabelo escovado da michelle obama.
    uma coisa que me incomoda e muito é estereotipação seja ela étnica, cultural ou social. do mesmo modo que não o lifestyle não define o rio; farofa, samba, tambor e cabelo afro não definem o negro.
    não precisa identidade e “atitude” onde há cidadania.

  18. posso ser BEM sincera?

    acho esse papo de identidade e lifestyle um SACO HAHAHAHAHAH

    os outsiders conseguem ver tentativas de auto-afirmação de indentidade em cada cidade pra onde vai, basta sair do contexto de quem sempre viveu nela. é isso que eu vi quando morei no rio e o que eu vejo agora em sp. e o que eu vou ver se me mudar pra outra cidade.

    beijos heuaheuhauehae

  19. oooops, “pra onde vão”

  20. sem defender o lifestyle ou o não-lifestyle, por pura falta de tempo de refletir sobre o assunto, acho que o Rio ainda é a cara do Brasil em quase qualquer tema, inclusive na moda. Alguém viu o ANTM gravado em SP? Todas as imagens, temas, músicas evocavam o Rio (e a bossa-nova, o passado, blábláblá…). É só um exemplo… que semana de moda juntou Hamish Bowles, Natalia, Hillary Alexander, Sarah, etc. no Brasil? Rio. Summer. Não é só dinheiro e PR, vai…
    Mas concordo que construir e viver uma identidade é mais frutífero do que tentar afirmá-la…

    • E desde quando ANTM serve de parâmetro pra alguma coisa? Quem viu o episódio em que a Tyra anuncia a vinda ao “Brazil”, viu que foi um modelo PORTUGUES quem o fez, tudo coroado com uma SALSA bem brasileira…Pelo menos na bandeira eles não erraram…

  21. ajuste contemporâneo
    Amapô, Neon,amonstro…
    ;D

  22. Muito bom, mas “um Rio” não exlclui o outro… É uma cidade multi…

  23. Eu acho q tds as cidades tentam se afirmar. Sendo no lifestyle desencanado carioca seja na hipermodernidade de SP. E que cada um saiba vender seu peixe.

  24. pessoal, não é questão da identidade que está sendo colocada, cada cidade tem sua identidade, ok mas de como ela, na moda, no caso dos cariocas prega um valor em si e isso não colabora em nada para um real crescimento da moda na cidade, como esse fator é um empecilho, pois ele é vazio, principalemnte no caso da moda.

  25. quero ver quem vai fazer uma coleção sobre o pao de queijo e a cachaça

    pq ai eu vou ver graça no mundo

  26. Muito legal o post. Eu sou carioca também, e embora adore esse “lifestyle carioca” confesso que realmente tudo está ficando bem chato: no Rio, todo mundo tem medo de ousar, tem medo de sair do estereótipo jeans + camiseta + havaianas dos cariocas. Meninas só usam batinhas e rapazes só usam bermuda cargo. E eu falo com conviccção porque, quando estou no Rio, também não arrisco. Ha.

    Realmente há uma necessidade de reafirmar que Rio de Janeiro é sinônimo de calçadão de Ipanema, da areia de Copa, das ruelas antigas da Lapa… e isso tudo fica chato porque são sempre as mesmas referências, as estamparias, os editoriais, tudo relacionado ao Rio fica sempre parecido.

    E é isso que incomoda, porque eu AMO o Rio, amo as referências e acho que a cidade tem muito mais a oferecer que só isso. Gosto de Sampa, mas odeio a vantagem que a cidade leva por ser (teoricamente) mais fashion forward…

    Por exemplo, li sobre moda underground por aí, e falava exatamente sobre o fato de, por essa “tribo alternativa” querer ser diferente dos demais, ao se vestir de tal maneira acabam todos iguais entre si — quando a ideia original era ser… diferente. Acho que o mesmo princípio aplica-se ao Rio.

    Mas, enfim, essa história de reafirmação de identidade acontece apenas nas melhores (?) cidades! hahaha

    • O que mais me chocou, entretanto, quando cheguei na França (estou aqui há quase dois anos), é que o que em São Paulo era a moda “alternativa”, aqui era (e ainda é) o mainstream…

  27. Achei a crítica embasada legal e interessante, até queria acrescentar alguma coisa mas tá explicado de uma maneira tão prática que só comento que concordo plenamente. É tipo um I love NY, deve estar sempre presente, mas não precisa ser só isso, sabe?

  28. Acho que eu nem precisava escrever aqui “eu sou carioca” porque nao é isso que está em jogo. Mas, enfim, eu sou carioca e moro em SP faz tempo. E concordo com tudo o que vc está falando. Essa falsa idéia do lifestyle (falsa, afinal, que lifestyle é esse, minha gente?) é patético nao só na moda, mas na música, na literatura, nas novelas, nas propagandas de TV e nas conversas do Baixo Gávea. Pronto.falei. E sim, é uma insegurança danada! Essa coisa de ter que falar: “sou carioca, sou carioca.” Ah, gente, somos todos seres humanos. E é isso.

  29. Penso que tudo gira em torno de a identidade brasileira não ter sido construída por nós mesmos… a bossa nova (que veio do jazz e de outros sons, inclusives nacionais) e todo aquele charme carioca com perfume francês (hoje demodê) tinha um quê de aprovação e aceitação de fora, da gringolândia… daí o tempo passou e todo o tempo a gente continua a depender de aprovação externa.. o Rio Summer, pra mim, resume isso de forma gritante. Mas eu continuo acreditando que não existe identidade nacional de moda, pq não existe ainda essa identidade forte nossa (a moda rio e de sp não é a moda do brasil). Não existe pesquisa e discussão profunda ainda… é só perceber que nosso país não pode ser apenas 2 cidades localizadas na costa leste do atlântico… tem muuuuuita coisa para cima, baixo e para dentro…

  30. E acho que é por isso que hj os gringos não dão bola para nossa moda…. vêm que o país é imenso, mas não olha para ele mesmo…

  31. confesso que não gosto muito das tentativas da complexo B (bem como uma coleção da tessuti sobre o funk carioca) em vender o nosso “lifestyle”, parece meio “para inglês ver”, sabe?

    não sei se é verdade, mas tenho a impressão de que aqui no rio as “tendencinhas” de novela e veículos de massa são mais absorvidas e difundidas em maior escala do que em são paulo, cidade da qual tenho a impressão de ser ligada em streetstyle mesmo… isso é verdade?

  32. Pingback: BALANÇO SPFW VERÃO 2010 – PARTE 1 « dus*****infernus

  33. tem marca mais carioca q a osklen?
    ela faz roupa moderna, confortável e elegante. consegue se inspirar em clichês (como o carnaval) e fzr diferente.

    e olha q participa da SPFW, hein!

  34. O Rio me descobriu (tava ao nível de chão), eu descobri o Rio e me levantei. Sair de lá foi um tropeção, caí de novo, só q desta não fui ao chão, porquê tinha trazido comigo uma “bagagem” q me sustentou até perceberem q eu já não era a mesma e pararam de tentar me derrubar. E muito além de tudo isto, o Rio é a cidade mais querida do mundo por ser a Maravilha que é, em cultura e beleza.

  35. rio de janeiro é d +

  36. Pingback: A FOTO REVELA « dus*****infernus

  37. Você tem razão em dizer que o Rio é uma cidade que ostenta glórias do passado. Isso eu realmente não discordo, mesmo sendo carioca e amando todo o “clichezinho do Rio Antigo”.
    Também não discordo que a cultura carioca tem muito mais a oferecer que a paulistana para o Brasil e para o Mundo. Afinal, qual identidade regional pode se formar numa cidade que insiste em copiar o que vem de outros lugares? Do carnaval carioca ao jeito de se vestir e andar dos Nova Yorquinos? Até mesmo se intitular como a Nova York Brasileira?
    Entendo o seu recalque, como paulistano, em falar mal do Rio de Janeiro, só te peço que tenha mais respeito antes de falar desta cidade.
    Uma cidade latino-americana (como São Paulo), que tem problemas sociais (como São Paulo), e que vem tentando se afirmar e mostrar o seu valor a décadas (como São Paulo, vide a Semana de Arte Moderna de 1922.)
    Tudo que faz sucesso atraí elogios e críticas. Seu texto só afirma que mesmo a teimosia em exaltar um lado retrô do Rio de Janeiro, sobreviveu as décadas e sobrevive admirado até hoje!
    Afinal, um clássico nunca morre!

    Tenha um bom dia!

    • pra vc ver que que fanático religioso não é só no Oriente Médio… ahahahah, que papo é esse, tenho certeza que se vc aprendesse a ler no CIEPES não faria uma leitura tão equivocada do meu texto que é mega pró Rio, alías o Rio se encontra como está por pessoas fanáticas que preferem ficar fingindo não ver os reais problemas da cidade… deixa essa rixa mediócre de lado e bola pra frente que a bala tá perdida.

  38. nossa mais como eu queria morar aqui

  39. es mesmo uma linda obra de arte nosso cristo

  40. o rio de janeiro e a sidade mais linda do brasil

  41. E UM ESPETACULO DE BELEZA COM SUAS FAVELINHAS

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