INJUSTIÇA SEJA FEITA

A pixadora continua presa, a crítica de artes da Folha de SP continua vendida, vedada e vendada e Celso Pitta tá numa boa.

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performance coletiva no encerramento da a.v.a.f. : “Eu Pixo a Bienal do Vazio ou Ficou Facinho Ser Artista desde 1917”

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Eu olho ao longe, bem longe essa tal de arte contemporânea de vassalagem!

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Suzy Capó, você também é artista

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Diversão de protesto

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Avafamos!

Enquanto isso, a pixadora fala (mas reparem que é para o editor de informática, não para nenhum dos jornalistas de artes plásticas da Folha – lamentável)…

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13 Respostas para “INJUSTIÇA SEJA FEITA

  1. E eu me sinto muito mal, muito mal mesmo…
    Ricardo
    aguieiras2002@yahoo.com.br

  2. me deu uma pregui prestigiar aquela favelinha chamada bienal que montaram no ibirapuera que não teve avaf que me fizesse perder tempo com o vazio da ana paula e do ivo.

  3. A gente é maluco. hahahhaha.

    ps. me manda as outras fotos.

  4. */Dura ars, sed ars
    /*Panfleto em solidariedade a Caroline Pivetta da Mota, a ser amplamente divulgado, reenviado eletronicamente, reproduzido, entregue pessoalmente a amig@s e conhecid@s

    A ação de 40 jovens pichadores, no último 26 de outubro, na 28ª Bienal de São Paulo, ação que resultou na prisão de Caroline Pivetta da Mota, deve receber a mais irrestrita solidariedade de todos aqueles que são, tão-simplesmente, amigos da liberdade. Neste plano, tudo pode ser resumido nisso: trata-se da liberdade de intervenção artística, que marca há quase um século a arte moderna e de vanguarda. Daí que podemos dizer sem medo: aqueles que hoje aprisionam e processam Caroline e perseguem seus companheiros do Grupo Susto’s são inimigos da arte moderna e da liberdade artística. Os organizadores da Bienal, a Polícia e o Ministério público de São Paulo são esses inimigos e devem ser denunciados por todo canto como um só “bloco histórico” da reação anti-artística do velho //stableshment// cultural.

    Mas algo mais fundamental se manifesta aí: a contestação à sociedade burguesa que atravessa e ultrapassa a expressão artística. Já há duas décadas a juventude proletária, individualmente ou organizada em pequenos grupos temporários, atacam o urbanismo, a destruição da cidade moderna pelo desenvolvimento capitalista, que a transforma em território da solidão, da anticomunicação generalizada, do vazio e do medo. Prédios enormes e frios, que nada mais expressam que a privatização da vida (a vida privada da própria vida), a separação dos indivíduos e o poder totalitário da mercadoria e do Estado, bem como praças que-já-não-são-mais-praças e monumentos da história oficial, têm sido objetos constantes de intervenção das pichações. Essas ações “buscam ‘melar’ a urbanização modernizadora do capitalismo e romper com o /anonimato /e a /desindividuação/ próprios da ‘massificação'” (revista contra -a-corrente, nº 9, set./dez. 1999).

    O sistema tem buscado assimilar e recuperar essas formas de contestação, principalmente com a sua transformação em formas nobres de “arte”. Bancos, instituições judiciárias de recuperação social de jovens, Secretarias Municipais e Estaduais de Educação, Projetos Sociais dos mais diversos governos e Galerias de Arte financiam o uso moderado de pinturas de murais por pichações “artísticas”. A pichação se torna aí uma técnica “neutra”, em campanhas de cidadania e integração cultural e moral repressiva e policial de jovens proletários às instituições do sistema. A conseqüência inevitável desse recuperador processo de “segurança social” é já o surgimento de Galerias de Arte, que trazem para o espaço colonizado dos ambientes “artísticos” comerciais a chamada “arte de rua”. É justamente este o caso da Galeria “Choque Cultural”, em Pinheiros, São Paulo, também atacada por pichadores em setembro deste ano.

    O que torna insuportáveis as ações de Carol e de seus companheiros é justamente a recusa a essa integração, recusa particular que expressa – num intolerável mau exemplo – a recusa de milhares de outros jovens nos bairros proletários, que nas periferias brasileiras, não menos do que nas quentes /banlieues/ francesas, dizem conscientemente /não!/ à docilidade policial das instituições que buscam integrá-los à obediência. Insuportáveis ainda mais porque tais ações levam a recusa aos territórios aos quais a própria política recuperadora do sistema sentiu-se bem à vontade para, sob a forma morta de “arte”, levar a negação proletária: as Galerias e Bienais. O escândalo se torna aí mais terrível, pois desautoriza publicamente /ex museum/,, no próprio terreno em que se ensaia a recuperação, a ousadia do aparato cultural do sistema em apropriar-se seja das formas estéticas de contestação, seja da arte moderna, cujo desenvolvimento, há quase cem anos, é inseparável da contestação a esse mesmo aparato.

    O aparato cultural do sistema não continua a arte moderna, mas a amordaça, recuperando-a. Já Carol e seus amigos, que não reivindicam fazer arte, mas contestá-la, justamente desse modo são herdeiros da grande arte moderna e de vanguarda do século 20… herdeiros legítimos, e precisamente porque recusam apropriar-se dela.
    Liberdade para Carol!
    Fim das Bienais e Galerias!
    Pela liquidação do aparato cultural do sistema!

    */

    */ /*

    */Amig@s da próxima insurreição/*

  5. ANGEL, meu medo se concretizou, as “artistas” Batedoras de Cabelo, que tentam reinvertar o que o Astrubal Trouxe o Trombone+Oiticica+Zé Celso e a turma da escola de teatro Macunaíma já fizeram… num revival datado sem apresentar nada de novo e com qualidade inferior, me dá muito tédio.
    Mas adorei a FLP – A Frente de Libertação da Pixadora e a presença de Nina Lemos, chiquérrima e alternativa, direto de Berlim.
    Como disse Ivi, ai que preguiça!
    ;0)

  6. nina lemos é muito musa!!!!!

  7. e ainda nem fui na bienal, ainda tá tendo? (hahahaha)
    é pq tem taaanto filme pra ver, to procurando ap… que vai ser fazio tb, decoração minimalista pós-moderna.

  8. a bienal abandonou o vazio e virou niu rêiver?
    hahaha

    2008 – o ano do pixo
    e do vazio.

    porque vazio é conceito. melhor que encher o espaço com m****.
    kkkkkkkk

  9. mas como eu faço pra assinar o abaixo assinado? mais uma vez o que era pra ser arte é confundido porque é dificil diferenciar uma expressão artística de vandalismo, né? aproveitei pra dar um copy/paste no texto do site do abaixo assinado, ok? mesmo eu não conseguindo assinar! me avisa! 😉

  10. consegui assinar! 😉

  11. espero que continue presa; pichação é crime.

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